Quinta-feira, 24 de Dezembro de 2009

O Espírito Santo não cessa de nos surpreender ao longo dos séculos enriquecendo e enchendo de cor toda a Igreja. Nos finais do segundo milénio floresceram novas realidades eclesiais. Algumas estão já eclesiasticamente enquadradas; outras, ainda não ou não completamente. Mas, cada uma delas, traz novas luzes e o Corpo místico de Cristo resplandece com a luz destes novos carismas.
Pois bem, o Opus Dei, a 
Prelatura pessoal do Opus Dei, tem um carisma próprio, um dom singular do Espírito Santo que contribui para o esplendor da Verdade de Cristo e que é, tal como as restantes peças do puzzle, de desenho exclusivo. Deus não se repete.
As pessoas do Opus Dei são, na sua imensa maioria, leigos, homens e mulheres, casados ou solteiros, de todas as profissões e ofícios. São fiéis normais e correntes de qualquer diocese do mundo, chamados a difundir – com unidade de espírito, de formação específica e de governo – uma mensagem universal: o chamamento à santidade e ao apostolado no meio do mundo, o encontro pleno e comprometido com Cristo no trabalho profissional quotidiano e nos deveres da vida familiar e social.
Dentro da Igreja há, em determinados campos de acção, âmbitos de uma luminosidade espectacular: o ensino, por exemplo, ou as obras de caridade com os pobres e os marginalizados. Outras não se vêem, mas ajudam de modo decisivo a sustentar as outras: as religiosas e os religiosos de clausura, com a força da sua oração e sacrifício. Outras, ainda, desenvolvem, especificamente, o seu trabalho, nos círculos periféricos ou mesmo externos à realidade social da Igreja como o ecumenismo ou o diálogo interreligioso. E outras, como o Opus Dei, receberam um carisma específico dirigido a todos os fiéis que, como os primeiros cristãos no seio da sociedade pagã, desejam, por vocação, ser ajudados, mediante uma assistência pastoral peculiar, a viver com plenitude todas as exigências ascéticas e apostólicas dos seus compromissos baptismais, especificamente através e na sua profissão. vila do bispo aljezur lagos monchique portimão lagoa silves albufeira loulé faro s. brás de alportel olhão tavira alcoutim castro marim vila real de santo António porto Lisboa Coimbra braga guarda Sintra cascais Oeiras Matosinhos Algarve opus dei

Quase 20 anos após ter erigido o Opus Dei em Prelatura Pessoal, João Paulo II animava os seus fiéis – leigos e sacerdotes – a seguir sem temor uma mesma missão: evangelizar o mundo, cada um a partir do seu estado. 



publicado por rais parta ó miúdo! às 09:15 | link | comentar

3 comentários:
De Anónimo a 27 de Dezembro de 2009 às 14:55
Desde 1566, ano em que foi criado o serviço de espionagem do Vaticano,até aos nossos dias,a Santa Aliança e a sua contra-espionagem viram-se envolvidas em assassinatos,venda de armas,financiamento de ditaduras,fuga de criminosod de guerra nazis e falências bancárias.Tudo em nome de Deus e da fé católica e por ordem do Sumo Pontífice.
A Santa Aliança é uma organização com um surpreendente curriculo de operações encobertas do serviço de espionagem pontifício.Onde,sem sombra de duvida, a Opus Dei,tambem tem o seu papel.
"Se o Papa ordena liquidar alguém na defesa da fé,faz-se isso sem fazer perguntas.Ele é a voz de Deus e nos {a Santa Aliança}somos a mão executora".
Cardeal Paluzzo Paluzzi,chef da Santa Aliança,sec XVII

Palavras para quê,a "nossa" igreja,no seu melhor.


De rais parta ó miúdo! a 27 de Dezembro de 2009 às 21:57
Não comento comentários, mas como é Natal, aqui vai uma boa acção:

li o livro “A Santa Aliança - Cinco séculos de espionagem do Vaticano”, de onde retira, ou melhor, PLAGIA, este comentário infeliz. Aliás, pode ser lido, na página da editora Portuguesa, a Campo das Letras, em http://loja.campo-letras.pt/prod_details.php?categid=93&productid=1149.

Se credibiliza este ensaio, é, com certeza, dos que credibilizam Mahmoud Ahmadinejad, quando este afirma que o Holocausto não existiu.

Também saberá, com certeza, que o senhor que escreve o ensaio é, entre muitas outras associações, da Associação de Jornalistas da Liga Árabe como membro de honra, e que Viveu em Beirute (Líbano) e Nicósia (Chipre), ou seja, e usando a velha máxima: não se pede ao padeiro para dizer mal do pão que faz.

Ainda lhe recomedo outras leituras, ou outros filmes, para além de “O Código Da Vinci”.

Ensinamento: diz-se O Opus dei e não A.


De Anónimo a 27 de Dezembro de 2009 às 22:20
Mas, (a) Opus Dei é uma organização.ou não?
Já agora consulte "Os espiões de gedeão" e "Mossad" os segredos da espionagem Israelita.Sem mais comentários.


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